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17 de março de 2011

Luz, câmera, música e cerveja


Pomboca de luxo, bem diferente daquela que conheci no alambique do Seu Chico, lá naquela vez que tive que filma-lo com duas pombocas porque a energia elétrica não tinha ali. Esta é do Museu de Ibirama.

Bem parecida com aquela que meu avô tinha em casa e que eu teimava em usar mesmo sem filme, absorto no de ponta-cabeça que teimava em existir dentro da caixinha mágica.

Penso que os gramofones ainda terão seu momento, talvez no embalo do fim do mundo, não esse sem graça, mas aquele do Wim Wenders.

No porão da minha infância tinha ópera, disco com agulha-de-espinho e cachorro na escuta.

Inédita, a cerveja de Blumenau já era sucesso mesmo antes dos trens atravessarem os rótulos.

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