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15 de janeiro de 2013

A Caixola ficou no Parque Viruá

A Caixola, agora na mão de sua paixão, o Branco do Parque Viruá. Foto: Gabriela Giovanka

Quantas Rodas de Passarinho a Caixola de Ideias participou com a gente? Desde 2001, no PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), em Alfredo Wagner, foi nossa companheira e de vez em quando deu o ar da graça com seu humor de caixa de papelão do avesso. 

No Pantanal ganhou um parceiro, com as crianças do Projeto Família Legal virando uma caixa em jacaré. Mas não tem jeito, quando a paixão chega ninguém separa e assim foi com o Branco, em Roraima, no PARNA Viruá. Foi botar a cara pra fora do baú da Tokynha e o Branco colocar o olho na Caixola e pronto! Viveram felizes para sempre!

Foi Branco quem preparou o caminho na escola, em Caracaraí, onde apresentamos a quinta Roda de Passarinho.

Chegamos até o Parque Nacional do Viruá pelas mãos do querido Vítor Piacentini que nos apresentou ao Thiago Laranjeiras, membro da equipe do Parque. Thiago pesquisava, na ocasião, a avifauna de parte do Rio Branco e participamos de algumas saídas, todas fantásticas, com direito a Pássaro-boi (Perissocephalus tricolor)Rabo-de-arame (Pipra filicauda) e uma árvore de Ciganas (Opisthocomus hoazin)

Seu Iran, pai do Branco, nos acompanhou em várias saídas pela Estrada Perdida, atravessando bueiras, navegando com ariranhas pelos igarapés e nos mostrando aves raras neste que é o segundo Parque Nacional em espécies da avifauna e que está muito bem cuidado, por mãos carinhosas e batalhadoras. 

Falar nisso, o Batalhão de Combate a Incêncio merece linhas. Os testes aos quais os candidatos têm que passar não são moles. Há vagas, sempre, mas ali a pessoa tem que ter controle absoluto de seus sentimentos além de energia excedente para ficar horas lutando contra todo tipo de focos de incêndios, a maioria provocados na época seca, entre agosto e dezembro.

Viruá recebe pesquisadores de todo o mundo com ótimas instalações, gerador próprio e acesso a internet.

Roda de Passarinho fazendo exercícios antes de mudar de atividade. Foto: Renato Rizzaro
As vezes esquecemos da cabeça, do pescoço... Foto: Renato Rizzaro
Agora é levar o presente para casa e comentar o que viram e ouviram. Foto: Renato Rizzaro
Posters, doados para a Escola: recordação da Roda de Passarinho em Caracaraí. Foto: Renato Rizzaro

Branco e a bola de sabão: brincadeira de cores soltas como passarinho. Foto: Renato Rizzaro


Cotias visitam a sede do Parque Viruá todos os dias. Foto: Renato Rizzaro

O Parque Viruá tem uma coleção de orquideas magníficas, cuidadas com carinho pelo Seu Iran. Foto: Renato Rizzaro


A Estrada Perdida, um achado para o Parque Viruá. Foto: Renato Rizzaro
Igarapé ao lado da Estrada Perdida. Foto: Renato Rizzaro
Árvore cresce dentro do Igarapé. Foto: Renato Rizzaro
Pesquisadores têm bicicleta e barco a disposição para seus trabalhos no Parque. Foto: Renato Rizzaro
Bacurau faz ninho no chão. Foto: Renato Rizzaro
Eisenhower e seu filho, visinhos do Parque Viruá. Foto: Renato Rizzaro
Macacos-de-cheiro (Saimiri sciureus) chegam próximo à sede do Parque Viruá. Foto: Renato Rizzaro
Flor de Maracujá-da-amazonia (Passiflora quadriglandulosa). Foto: Renato Rizzaro
Cuxiú (Chiropotes sagulatus) no Parque Viruá. Foto: Renato Rizzaro
Caititu (Tayassu tajacu) cruza a estrada da Porteira no Parque Viruá. Foto: Renato Rizzaro
Um tipo de calango na beira do Rio Branco. Foto: Renato Rizzaro
Thiago Laranjeiras sai de madrugada para pesquisa de aves no Rio Branco, Parque Viruá. Foto: Renato Rizzaro


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